A literatura é um rio que se reconhece, hoje em dia, através de uma identidade multifacetada: um vastíssimo esteio de afluentes que disputa os limites de uma fronteira sempre impossível de traçar. É neste limbo dinâmico, ponteado por marés imprevistas, que o site PNETliteratura se situa. Sem dizer que não à turbulência ou à contingência. Interrogando, enquanto publica; dando a ver, enquanto relativa.
Luís Carmelo, Coordenador
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Tema: Inéditos Patrícia ReisTema: Inéditos Patrícia Reis
Correspondentes

Dentro do quadro azul

[10-09-2010] |
O soldado mantém-se quieto, calado. Consegue cheirar o seu suor, o seu sexo, a sua boca seca, o azedo do medo. Tem 19 anos. Apenas 19 anos. O carro andou aos solavancos e o homem ao volante,  gritou qualquer coisa em árabe. Havia um padrão preto e branco de um kaffiyeh. Lembrou-se das imagens de Yasser Arafat, cartazes que viu em criança, com a legenda “sempre contigo”, há muito tempo, antes de Ramallah, da velhice, da doença, do hospital em Paris, da morte. Nessa altura ele, o soldado de 19 anos no carro a fugir à vida, tinha beijado e penetrado a sua primeira mulher. Tinha sido num fim de tarde, em casa dos pais dela, no centro de Telavive, um bairro de gente com dinheiro. Ele dissera: Não sabia que a tua família tinha dinheiro. Dizes bem, a minha família. Eles e eu: uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Tinha sido um momento erótico, ela a roçar-se nele com os jeans apertados, o soutien preto a despontar da camisa. A erecção doía-lhe. Doía-lhe tanto. Ela disse que não er...  Ler Tudo >>

Às vezes um cheiro

[27-08-2010] |
Para J.M.Mendes Eu até podia ter seguido sem ver, ter ido por outro lado, o corpo a desviar-se, os olhos no chão, o lambril do passeio e o alcatrão incerto da estrada, o ruído dos automóveis a fugir e eu, cuidadoso, a atravessar a rua, a perder a oportunidade. Seguiria sem novidades, uma repetição de gestos que garantiriam o exercício de uma pretensa vida. Calcorrear a rua até ao número 87, subir ao terceiro andar, ocupar a minha secretária, abrir o computador, atender o telefone, tomar nota, registar o correio, responder e anuir. Sobretudo, anuir. Regressaria depois à rua para o almoço, um croquete de berbigão, um brigadeiro pecaminoso coberto de pepitas delicadas de chocolate, trincas pequenas para fazer durar. Por capricho. A voz do médico a dizer Tem de controlar o colesterol. Evite os fritos. O sem abrigo não me olhou, não parou, não falou se...  Ler Tudo >>

A bicicleta

[23-07-2010] |
Estás a ver aquela bicicleta à chuva? É o que me resta de ti. Andas nela de manhã antes do almoço e depois à tardinha quando o sol começa a pregar partidas e a luz parece rarefeita, um acaso de cores. Dizes que vais ver o que se passa no mundo. E o mundo  tem três quarteirões, uma praça, um coreto com ferrugem mas ainda assim a dar graça às casas que o espreitam e ouvem a banda no dia da vila. As festas, em Setembro, são dias felizes, cheios de pequenas azáfamas que nos dão sentido e tu sais a correr e voltas com os sacos de pão, legumes e frutas. Fazes compotas e camas. As visitas espalham-se pela casa e tu, devagarinho, como uma gata carente ronronas Não faz mal, pois não? Não te importas, pois não? E eu, nada. Aqui quieto fico a ver a dança das visitas, as gargalhadas, as caixas com bolinhos que são como uma despedida...  Ler Tudo >>

Amo-te Andreia

[13-07-2010] |
Quando estiveres a caminho de casa, quando saíres da boca do metro, apressada e talvez com um saco a tiracolo, uma revista na mão, um cachecol a desfazer-se no pescoço, vais olhar para aqui e ver-me. Não serei eu, claro, será apenas um bocado de mim. Já não te sigo pelas ruas, pelos teus dias; não te mando mensagens, não te telefono. Não sabes nada de mim, da matemática aplicada da minha dor. Tu e eu mais uma conjunto de variáveis sem sentido, igual a uma equação de resultado infinito. Aqui de cima, agora mesmo, vejo as cabeças que passam: pessoas que não conheço, com quem nunca falarei, crianças a saltitar, velhos a mancar, o género humano no seu esplendor de banalidade, apressados para casa, a correr para o emprego, ao telefone, de olhos no chão, a ouvir música, perdidos em pensamentos, futuros rapers, engenheiros, donas de casa, estudantes sem alma. A cidade toda passa aqui por baixo e é aqui que me imortalizarei em palavras que saberás tuas, assim que saíres da boca do metro.Compre...  Ler Tudo >>

A vocação para a felicidade

[10-06-2010] |
Tudo começou com essa ideia de que estava deprimida. E deprimida era estar horas em frente à televisão com um pacote de gelado de formato familiar. A única coisa familiar na sua vida? O pacote de gelado. Triste, mas verdadeiro. Quase de uma banalidade aflitiva, ela que não apreciava clichés. O gato escapou-se pela janela e dizem que o viram no passeio, estatelado, ainda a arfar. A porteira explicou tudo em detalhe e aplicando diminutivos irritantes. Era o meio da tarde; o senhor Jorge, do quiosque da rua de cima, fora beber um café e a porteira até tinha perguntado quem é que ficava a tomar conta do lugarejo. O senhor Jorge, com os dentes a desfazer-se na boca enorme, respondera Deus, Dona Arminda, Deus olha por mim e pelo meu quiosque. Ela, Dona Arminda, a porteira, achou uma ousadia este abandono dos jornais e das revistas, especialmente por causa das ofertas, malas e pulseiras, cd e cofrets de maquilhagem, relógios e meias de rede. E estava nesta interrogação quando o gato apareceu ...  Ler Tudo >>

A vocação para a felicidade

[20-05-2010] |
Tudo começou com essa ideia de que estava deprimida. E deprimida era estar horas em frente à televisão com um pacote de gelado de formato familiar. A única coisa familiar na sua vida? O pacote de gelado. Triste, mas verdadeiro. Quase de uma banalidade aflitiva, ela que não apreciava clichés. O gato escapou-se pela janela e dizem que o viram no passeio, estatelado, ainda a arfar. A porteira explicou tudo em detalhe e aplicando diminutivos irritantes. Era o meio da tarde; o senhor Jorge, do quiosque da rua de cima, fora beber um café e a porteira até tinha perguntado quem é que ficava a tomar conta do lugarejo. O senhor Jorge, com os dentes a desfazer-se na boca enorme, respondera Deus, Dona Arminda, Deus olha por mim e pelo meu quiosque. Ela, Dona Arminda, a porteira, achou uma ousadia este abandono dos jornais e das revistas, especialmente por causa das ofertas, malas e pulseiras, cd e cofrets de maquilhagem, relógios e meias de rede. E estava nesta interrogação quando o gato apareceu ...  Ler Tudo >>

DEUS NA BRASILEIRA

[06-05-2010] |
Deus combinou encontrar-se comigo às três da tarde na Brasileira, junto à estátua do Senhor Pessoa, esse que o Governo não pretende engrandecer com potencialidades nacionais. Quando cheguei já tinha um croissant com doce de ovo pela metade e uma meia de leite salpicada de migalhas. Não soube dizer se estava bem ou mal disposto. Cumprimentou-me com um aceno de cabeça e percebi que deveria sentar-me. Ficámos em silêncio por instantes até que encolheu os ombros a incentivar-me. Deus tinha aberto o expediente para me ouvir, não me fiz por isso rogado e, sem culpa ou pudor, desfiei o rosário das minhas misérias. Apresentei-lhe os factos: o funcionamento do banco, os favores que prestou e a quem ao longo dos anos, os investimentos e a fraca perspectiva de sobrevivência face ao panorama actual, os clientes a retirar contas, outros a telefonar com insistências e perguntas impossíveis de responder. Deus foi comendo e abanando a cabeça em gestos divinos, decerto, mas que não almejei decifrar. Be...  Ler Tudo >>

Um bom ano para casar

[25-04-2010] |
Podes pensar que sou apenas a rapariga esquisita que precisa de te ouvir, talvez tenhas um pouco de razão, mas não sou só isso. Tínhamos combinado que casaríamos com o novo milénio. Não te confessei, claro, a minha busca incansável por pormenores que farão da nossa boda algo de tão memorável que, no futuro, sempre que falarmos dela, as nossas mãos se procurarão e ficarão ali à vista do mundo, para que todos saibam que o nosso amor é uma amarra forte. É a ideia que tenho do amor, que queres? Podia ser mais bonita. Amarra não é uma palavra bonita. Adiante. Não insisti contigo. Quando começou o novo século, no primeiro de Janeiro, fomos passear à praia e deitei flores brancas ao mar como faço sempre. Não que eu acredite que uma senhora de branco irá recolher as minhas ofertas, nada de tão poético...  Ler Tudo >>

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Traduzindo...
Coordenação: Maria do Carmo Figueira

Traduzindo

Não é apenas a tradução de um poema; é ser tocado por um texto, partir à sua descoberta, à forma como foi construído, inspirado... pintado. É uma simbiose perfeita não só entre um original e a sua tradução mas, mais fundo ainda, entre o tradutor e a alma do poeta, cujo poema é já em si a “tradução” ...  Ler Tudo >>
[29-06-2010]  |  Maria do Carmo Figueira
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THE DISQUIETING MUSES, de Sylvia Plath, tradução de Ana Maria Chaves

Partindo do quadro de Chirico com o mesmo título, depois da denúncia do papel da mulher-esposa, Sylvia Plath sufoca-nos com o seu retrato da mulher-filha, sobre a qual recai o peso insuportável de tudo o que a mãe (e a sociedade) dela espera e a que jamais ela poder&aacut...  Ler Tudo >>
[29-06-2010]  |  Ana Maria Chaves
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Literanário
Contribuições Literárias
(reservado o direito de selecção)
Maceió-Alagoas – Brasil Massachusetts, USA

                                      António Manuel Pacheco

A Alavanca

Quando, no lusco-fusco do meio da noite, em pijama e chinelas de quarto, vamos à cozinha e activamos...   Ler Tudo >>
[04-09-2010]  |  António Manuel Pacheco
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  De Maceió-Alagoas – Brasil              Carlito Lima

FLIMAR

“A 1ª Festa Literária de Marechal Deodoro – 1ª FLIMAR é um projeto ousado e revolucionário, tendo a ...   Ler Tudo >>
[04-09-2010]  |  Carlito Lima
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Menos do Muito

De repente não é mais para fora.Não é mais sucesso para exportaç&...   Ler Tudo >>
[15-04-2010]  |  Diana Menasché
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História de duas irmãs e de uma sereia que morreu afogada

À CatarinaO rio existe e talvez por isso a cidade tenha sido sempre tão doce. Não como riso contínuo...  Ler tudo >>
[07-10-2009]  |  Joana Câmara
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Jogo das Damas

Jogo das DamasHá livros não escritos.           Jarras não. Partidas.Folhas esguias. Sós mas soltas....  Ler tudo >>
[22-02-2010]  |  Maria João Brinquete
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Carnaval em Angra dos Reis

 Há cinco anos que eu fujo, literalmente, de muvuca, zoeira, badalação e f...  Ler tudo >>
[04-03-2009]  |  Valdeck A. de Jesus
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Fernando Pessoa político

                &nbs...  Ler tudo >>
[04-09-2010]  |  Adelto Gonçalves
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Correspondências

Aniversário

Quando o Carmelo convidou-me a participar do PNETLiteratura, especificamente no Folhetim, não sabia que me oferecia um presente de aniversário, festejado em 6 de setembro. Ao completar 61 anos de idade, completo 2 de participação contínua e prazerosa no espaço oferecido. Ter meus textos em terras de...  Ler Tudo >>
[06-09-2010]  |  Carlos Pessoa Rosa
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Notas sobre "Livro Usado", Jacinto Lucas Pires

Não tem princípio, nem fim. Como a vida. É um caderno de notas de viagem numa viagem ao Japão, cujas principais cidades visitadas são Tóquio, Matsuxima, Matsué, Hiroxima, Cagoxima, Nagasáqui, Tocoxima, Himeji, Osaka, Quioto, Nico.               Um livro anónimo, de um narrador viajante anónimo, que ...  Ler Tudo >>
[04-09-2010]  |  Susana Leita
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As Rotas do Sonho - Tiago Salazar

O autor andarilho publicou em Junho passado sonhos em forma de caminhos percorridos. As rotas escolhidas trilham a continuidade do universo deste autor: exotismo, luxo, hedonismo. A cada vez que fecho o livro para o admirar - a sua capa é uma absoluta marca de bom gosto - esta escrita  d...  Ler Tudo >>
[26-08-2010]  |  Susana Leite
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Férias para sempre

No verão quem não deseja viajar? E se essa sensação de liberdade e de encontro com o novo nunca desaparecesse? É disso que trata este livrinho pequenino em que o conceito de férias se vê imortalizado para sempre em forma de aventura a dois - dois bons amigos que viajam pelo mundo. Um mundo escolhido...  Ler Tudo >>
[20-08-2010]  |  Susana Leite
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Epílogo - A Flip dos Ensaístas

Um arlequim passa de bar em bar recitando poemas de memória e pondo-se à prova ao oferecer declamar versos de poetas escolhidos pela sua plateia. Entremeia a poesia de observações quase políticas sobre a situação dos artistas de rua no Brasil. Na primeira edição da Flip a homenagear um escritor de n...  Ler Tudo >>
[10-08-2010]  |  Mauro Finatti
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Capitulo 3 - Flip - quase acabando...

Com pouco mais de uma dúzia de ruas, seis ao longo da ponta que dá para o oceano e outras tantas cruzando as primeiras, o centro histórico de Paraty é uma pequena Manhattan, que no início de uma visita independente da duração parece tão control...  Ler Tudo >>
[09-08-2010]  |  Mauro Finatti
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Capitulo 2 - Flip - A elegância do robalo

Nesta minha terceira Flip, encontro um evento muito mais institucionalizado do que a versão de 2006, quando ainda era fácil conseguir ingressos para as tendas dos autores durante a própria festa, e comer em restaurantes como o Banana da Terra sem ter que fazer a reserva "de São Paulo". Des...  Ler Tudo >>
[08-08-2010]  |  Mauro Finatti
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Capitulo 1 - A Flip da Casa Grande, a Flip da Senzala

Esta é a oitava edição da festa que virou a principal atração turística de Paraty, e muita coisa mudou nesses anos. Neste encontro em que o principal homenageado é um dos autores considerados entre os maiores intérpretes do Brasil (formando jun...  Ler Tudo >>
[08-08-2010]  |  Mauro Finatti
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Manual de instruções para Portugal

Foi em cafés e restaurantes e encontros com portugueses de vária espécie que o livro se viu nascer. Um livro escrito para agradar às massas, à hipérbole de turistas alemães que desertam o país ao longo do ano inteiro – e não s&oacu...  Ler Tudo >>
[30-06-2010]  |  Susana Leite
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Porquê Portugal? Exemplos de uma existência inspiradora

Já não é uma novidade no panorama musical mundial, mas um nome destes desperta sempre curiosidade a um português, especialmente se os membros desta banda são provenientes do longínquo Alaska. Tenho andado a ouvir os Portugal.The Man desde o ano passado &ndash...  Ler Tudo >>
[18-02-2010]  |  Susana Leite, em Leipzig
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Cuentame un cuento

Havia muito de Umberto Ecco na aula aberta ao público de Antonio Muñoz Molina ontem à noite no King Juan Carlos I of Spain Center, parte do campus da New York University, o edifício de número 53 ao sul do grandioso Washington Square.  Na sala reservada ao evento, não se ouve o inglês enquanto uma se...  Ler Tudo >>
[11-02-2010]  |  Kátia Gerlach
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Adeus migrante

A princípio, são as meias vermelhas que nos distraem e fazem reparar na combinação com a camisa também vermelha mas em outro tom, o terno é marron escuro, o blazer descasado.  Um homem visivelmente mais jovem do que a idade, um sotaque aplicado à pronúncia rastejante, um pessimista, medroso, por nat...  Ler Tudo >>
[09-02-2010]  |  Kátia Gerlach
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LITERATURA JURÍDICA
Parceria

Espaço-parceria para Literatura Jurídica

Espaço disponível... 
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[11-06-2010]  |  Vítor Coelho da Silva
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Espaço editorial

Espaço reservado a eventual Parceria.... 
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[28-10-2008]  |  Vítor Coelho da Silva
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Literatura Popular
Literatura Infanto Juvenil

Quando as coisas mudaram de lugar...

Quadras ao gosto popular escritas por Pedro Melo, técnico de cinema, «pai de quatro filhos e poeta de improviso», a propósito da inauguração da barragem do Alqueva, cuja construção implicou o desapare... 
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[04-09-2010]  | 
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Escrita de viagem e/ou Os vigieiros do Corpo

Continuação do Circo da i margin’ar-te  por Maria LavaA Escrita de Viagem (ou os Vigieiros do Corpo) insere-se no já enunciado e anunciado Projecto do Circo da i margin... 
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[21-07-2010]  |  Editor
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Duas histórias de amor e desamor em verso

Quando, no falar comum e quotidiano, nos referimos a “literatura de cordel”, usamos a expressão num sentido depreciativo, desvalorizando uma determinada obra como sendo de inferior ... 
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[18-05-2010]  | 
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Livros divertidos

Terceiro volume das Crónicas do Vampiro Valentim. O primeiro livro desta colecção tem por título Vampiros ou Nem por Isso, mas, se o leitor começar pelo livro 3, ficará a compreender tudo na mesma. O ... 
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[08-09-2010]  |  Letra Pequena                                                  Ver Mais >>
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Se Eu Fosse...Nacionalidades

Estreia do premiado autor, Francisco José Viegas, no género infantil. Se Eu Fosse... Nacionalidades faz-nos descobrir a vida que o Lio teria se fosse japonês, brasileiro, norueguês ou italiano. Ilustrado a quatro cores, oferece às crianças, a partir dos 5 anos, a oportunidade de conhecer a realidade gastronómica, linguística e patrimonial de diferentes países. Humorada, lúdica e didáctica, é uma obra para ser lida com os pais e descobrir, em cada país, aquele pormenor, contribuindo para a construção da memória referencial das crianças relativamente às diferentes nacionalidades do mundo

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